Rolimã
Por Gilberto Jr, dia 7/02/2007.
Ouça uma leitura deste poema abaixo:
Rolimã
O rolimã deixa riscos no asfalto
O asfalto risca os discos do rolimã
O menino dá um rolê de rolimã
O menino corre riscos no rolimã
O rolimã corre, o rolimã córrego
O menino escorrega no asfalto
O rolimã carrega o menino
O menino dá um rolê de rolimã
O asfalto risca os discos do rolimã
O córrego escorrega no concreto
O rolimã deixa riscos no asfalto
O menino escorrega no asfalto
o rolimã corre riscos no asfalto
O asfalto risca os discos do rolimã
O menino corre riscos no assalto
O menino corre
O menino córrego



o autor brinca com o texto de um modo inteligente ao mesmo tempo que nos leva a reflexões muito atuais como segurança, educação, infancia etc. muito bom!
pastor gilberto - 8/02/2007 às 7:04 amcomo era boa a iinfância…., agora é só virtualidade, só quem estressava eram as mães com os choros dos guris com as pernas toda ralada, sangrando, mas era muito bom, até eu dei umas voltinhas…
edna - 8/02/2007 às 7:48 pm